Método KarbonVero

Carbono começa no campo.

Um método para transformar dados do ecossistema em um projeto de carbono defensável: diagnóstico, estruturação técnica, MRV auditável e suporte à certificação e mercado.

Sem “número bonito” sem base • Rastreabilidade • Auditoria em mente desde o início
O que o método evita
  • • Promessas sem diagnóstico
  • • Projetos sem trilha de evidências
  • • MRV improvisado que quebra na auditoria
  • • Estruturação sem visão de custos e riscos
Essência
Integridade antes de monetização.
Carbono é consequência de um projeto bem estruturado.

O Método KarbonVero

Uma sequência simples (e auditável): do campo ao crédito, com decisões baseadas em dados, risco e viabilidade.

Etapa 1

Diagnóstico do ecossistema

Recorte de áreas, histórico, práticas e dados mínimos. Identificamos elegibilidade, riscos e “pontos de prova” do projeto.

Etapa 2

Estruturação técnica & MRV

Definimos metodologia, baseline e adicionalidade, e montamos MRV com trilha de evidências pensada para auditoria.

Etapa 3

Certificação & mercado

Documentação para verificação e due diligence, estratégia de emissão/venda e suporte comercial conforme estágio do projeto.

Nota: a viabilidade final depende do diagnóstico, metodologia aplicável, custos de MRV/certificação e riscos do projeto.

Princípios do método

O que torna um projeto defensável não é “promessa”: é critério, evidência e execução.

1

Critério

Elegibilidade, adicionalidade e riscos vêm antes de qualquer estimativa.

2

Evidência

Trilhas de evidência e documentação organizada para auditoria e due diligence.

3

Execução

Roadmap por etapas para reduzir risco, controlar custo e manter consistência do MRV.

Entregáveis típicos

O que você recebe varia por projeto, mas o “núcleo” do método é constante.

Diagnóstico

  • • Recorte e mapeamento de áreas
  • • Checklist de elegibilidade e riscos
  • • Estimativa conservadora e roadmap

Estruturação & MRV

  • • Plano técnico e documentação
  • • Plano de monitoramento e evidências
  • • Preparação para auditoria
Próximo passo
Quer aplicar o método no seu cenário?
A conversa começa pelo diagnóstico: rápido, objetivo e sem promessa vazia.

FAQ

Respostas diretas para alinhar expectativa (e evitar ruído).

Por que vocês insistem em diagnóstico primeiro?

Porque carbono não é produto de prateleira. Sem recorte de área, histórico, elegibilidade e riscos, qualquer número vira chute — e isso quebra na auditoria.

Vocês fazem “apenas carbono” para empresas e usinas?

Sim — mas o ponto de partida ainda é o campo. O que muda é que empresas/usinas normalmente já têm dados e inventários, então entramos direto na estruturação, MRV e certificação.

O método serve para quais práticas?

Depende de elegibilidade e metodologia aplicável, mas costuma se encaixar bem em pastagens, integração (ILPF), reflorestamento e sistemas agroflorestais — sempre com critérios e evidências.